Foi maravilhoso o feriado de carnaval. Passei com alguns amigos (+ de 40) em uma casa no Porto Real, Fora de série. Aproveitei para fazer o que sempre desejei na estrada litorânea mais bela do Brasil, parar em cada ponto interessante e fotografar, além de ir bem devagar para comtemplar a beleza que temos a nossa disposição. Obrigad
o Deus!
Subida de Bike – Cachoeira de Macacu até Nova Friburgo (Ida e Volta 78 KM, 19 KM/h média) – Marcelo, Braga, David, Mike e Zé Roberto.
Esta galeria contém 49 fotos.
Bike – Pedalar faz bem
É impressionante como pedalar faz bem. Já pratiquei esportes diferentes (Handebol, futebol, frescobol), mas nada se compara ao que sinto com o ciclismo. Em fevereiro de 2011 eu comprei uma Sundown Tem 4000 ano 2010 pouco usada de um amigo (Eduardo Filho), logo após conversar com outro amigo que faz ciclismo e é da área de educação física (Buda, ou Gustavo Chicralla). De lá para cá experimentei uma verdadeira revolução em meu corpo e alma. Bem que o Buda disse, Bike seca o cara. Eu estava com 88 Kg, e 108 cm de circunferência de abdome, com 1.70 de altura. Expliquei para o Buda que sofro de condromalácia grau 4 nos dois joelhos, inclusive já tendo operado o joelho direito (Dr. Ronaldo Lomelino faz coisas incríveis) com sucesso, mas sempre que tentava fazer uma corrida ou esteira sentia dores. Ele me disse que a bicicleta seria o ideal para mim. Perguntou-me o quanto eu estava disposto a gastar, falei que até R$ 1.000,00 e me explicou que com esse valor eu poderia:
1 – Pegar uma bike novinha, mas meia boca, que poderia me levar até mesmo a ter dificuldades com o pedal futuramente e não me criar tanto entusiasmo.
2 – Comprar uma bike mais completa com um conjunto de peças melhor, entretanto usada.
Optei pela opção 2. Comprei a bike do Eduardo e sai para pedalar. Como estava em um momento físico ruim, não conseguia acordar cedo, sentia-me cansado após o sono, e por isso só andava a noite. Iniciei no calçadão de Icaraí. Experimentei subir ao MAM do Ingá e depois o meu grande desafio foi ir à Charitas atravessando pela estrada da Fróes. Foi ai que numa dessas voltas (Eu sem equipamento nenhum de segurança) sofri o primeiro susto. Estava na ciclovia entrando na Fróes em direção a Icaraí, quando um taxista passou me tirando fino. Virei-me para trás com o intuito de agradecer a gentiliza ($%&#@), e sinto apenas um vento raspando em minha cabeça. Era uma CRV, que também desrespeitou a ciclovia, e passou com o seu retrovisor a alguns milímetros de minha cabeça. Dai em diante pensei: Preciso de proteção. Falei de novo com o Buda, e comprei capacete, Luvas, Pisca Traseiro, iluminação de LED dianteira e ele me deu uma faixa de policial britânico para usar a noite (A amarela que brilha igual a um vaga lume). Também deixei a vergonha de lado e coloquei a roupa do ciclista. A partir dai passei a sair até duas vezes por semana, sempre à noite, e pedalava entre 20 e 25 km, a uma média de 24 ou 25 km por hora. Passei uns bons meses assim e comecei a reparar nos resultados. Melhoria de humor, menos sono de dia, mais disposição, perda de peso (Não acompanhei mês a mês) e um pouco de agressividade se ficasse sem pedalar pelo menos 4 dias consecutivos.
A grande dificuldade de iniciar nesse esporte é ter quem lhe apoie. Tentei encontrar um Bike Fit, mas nada. Até que um dia na Barcellos, fazendo uma revisão completa, conheci o Braga, mecânico da casa. Trocamos telefones e iniciamos a pedalar juntos, mais ou menos em novembro. Com ele e sua esposa passei a pedalar 3 vezes por semana uma média de 38 km por dia, sempre pelas manhãs, saindo as 6 e retornando as 8. Depois disso procurei em dezembro um nutricionista esportista (Ronaldo Nogueira), e qual não foi minha surpresa na primeira consulta. Minhas medidas eram de 93 cm de abdome, 79 kg e 14% de gordura. Uma boa diferença em comparação a fevereiro. Detalhe, com uma mudança alimentar muito simplória que eu mesmo fiz. Agora estou esperando fevereiro para retornar ao nutricionista de novo e verificar os resultados. Ele me passou uma dieta fácil de ser seguida para quem trabalha na rua, e bem completa. Posso dizer que há muito tempo não me sentia assim. Estou com 40 anos, mas sinto-me com um corpo 10 anos mais saudável (bonito não). Espero chegar ao final aos 70 ou 62 kg. A partir de agora vou passara postar aqui minhas aventuras sobre duas rodas.
A minha dica para perder peso e melhorar a saúde: pedale com frequência.
Até a próxima.
Mais sobre a Prova 70-667 do SharePoint 2010
1. Testar UPGRADE: Run stsadm.exe –o preupgradecheck
2. UPGRADE: Para executar o “SharePoint Server 2010 Pre-Upgrade Checker” em um Sharepoint Server 2007, o Service Pack 2 deve estar instalado em todos os servidores SharePoint Server 2007.
3. UPGRADE: Windows Server 2003 64 bit não suporta o SharePoint 2010. APENAS W Srv 2008 64 bit suporta. SQL Server 2005 64 bit com SP 3 ou posterior é suportado para ser usado com o SharePoint 2010.
4. Assinalar Cache Profile para usuários autenticados: Use Cache Profile em Site Settings Site Collections
5. Habilitar Output Cache para um Site Collections: Site Actions Site Settings Site Collection Output Cache
6. Permitir a um novo grupo Adicionar Itens mas Negar a deleção de itens: Adicione um novo nível de permissão ao grupo
7. Se o SP não renderiza arq. do Excel de um outro servidor, mas o faz do farm: Add New Trusted file Location for Excel Service
8. Como indexar uma aplicação web que suporta apenas Forms-Based Authentication: Create New Cralw Rule
9. Para diminuir o tráfego ao acesso de arquivos de multimídia: No Web.Config do website configure BLOB Cache
10. Vc tem Secure Site Service Aplication em um Farm e tem que habilitar PerformancePoint Service. Kerberos delegation é proibido. Para PerformancePoint dashboard acessar as aplições de back-end: Configure the Unatended Service Account (Kerberos = ‘UNATTENDED’).
11. Usuários não conseguem criar “Team Site” do Web Browser: Modify the Page Layouts and Site Templates
12. Para modificar a frequência de alertas ”Immediate Alerts” para uma aplicação web, configure: “Timer Job Definitions” em Central Administraton Edit Timer Job
13. Para mover um site collections de um banco de dados para outro: Run Move-SPSite cmdlet
14. O tempo de armazenamento de itens na lixeira pode ser modificado em: Central Administration Web Application General Settings
15. Para modificar a frequência de alteração de uma conta de serviço do AD automaticamente: Em Central Administration modifique Managed Accounts Settings.
16. Habilitar Trace Logging para o serviço Search: Configure “Diagnostic Logging”
17. Para permitir que um usuário possa gerenciar todos os sites em um site collection, mas evitar que ele possa gerenciar o “SharePoint Recycle Bin”: Em Site Settings, configure o “Site Collection Adminstrators”
18. Dois Web App usam o mesmo “Metadata Service Application”. Para também compartilhar “Content Type” atavés dos dois Web App: Configure o Content Type Hub do Metadata Service Application.
19. Você precisa fazer deploy de um “Share Point Solution” instalada no nível de Farm para uma Web Application: Em Central Administration modifique as configurações de “Solution Management” .
20. Para que uma Web Part apareça apenas a determinados usuários em uma Web Part Page: Em “User Profiler Service Application” crie um “New Audience”.
21. Para visualizar o conteúdo de um Banco de Dados desatacado: Use Central Administration Unattached content database data recovery
22. Para configurar “Anonymous Access Restrictions” para uma Web App: Primeiro configure “Authentication Providers”
23. Para verificar quais “SharePoint Publishing Features” podem ser habilitados: Em “Site Settings”, configure “Site Collection Features”
24. Em um Farm para evitar que sandbox solutions executem em determinado servidor do farm: No servidor desejado Pare o serviço “Microsoft SharePoint Foundation Sandbox Code Service”.
SharePoint 2010: Prova 70-667
Algumas dicas sobre o exame “70-667: TS: Configuring Microsoft SharePoint 2010″.
Primeiro de uma olhada nas informações oficiais sobre o exame em: http://www.microsoft.com/learning/en/us/Exam.aspx?ID=70-667&Locale=en-us
Vamos as dicas sobre questões:
- Para mover um site collection de uma banco de dados para o outro no Management Shell do SharePoint use o comando Move-SPSite.
- Para visualizar o uso de recursos de um Top Site, você pode usar o “Solution Gallery” no seguinte caminho: ”Site Actions =>> Site Settings =>> Solution Gallery =>> Solutions”. Ali você poderá visualizar a média dos recursos utilizados nos últimos 14 dias, e no dia atual, pelo site. Também são mostradas todas as soluções Sandbox do site. Isso só funciona para os Top Site. Um bom artigo que fala sobre isso você encontra em http://msdn.microsoft.com/en-us/magazine/ee335711.aspx
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- Para evitar que os usuários publiquem documentos do Office, mas permitir que publiquem documentos diretamente da web, você precisa alterar as configurações do “Authentication Providers”, desabilitando a configuração “Client Integration”. Para acessar “Client Integration” vá em “SharePoint Central Administration =>> Security =>> General Security =>> Authentication Providers”. Quando você desabilita essa opção:
- Documentos são abertos no browser diretamente, e não mais pelas aplicações clientes (como o Office);
- Os usuários são impedidos de editar os documentos do site através das aplicações cliente, mas se tiverem permissão, podem fazer o download do documento, editar o documento localmente e fazer upload do documento para o site.
- Os links que chamam aplicações no cliente deixam e ser visiveis.
- Se você recebe a mensagem do Health Analyzer de que o banco de dados tem muito espaço não utlizado, use o próprio Central Administration do SharePoint para fazer a diminuição desses bancos de dados. Na própria janela que mostra o erro você terá a opção de solicitar a resolução do problema. Não é preciso utilizar qualquer ferramenta do SQL Server para fazer o Shrink Database.
- Se você possui várias aplicações em back-end com fontes de dados diversas, precisa acessar esses dados através do SharePoint e as fontes de dados exigem autenticação, certamente será necessário configurar o “Secure Store Service Application” no SharePoint. O “Secure Store Service” exige o serviço de autenticação do SharePoint com a configuração “Claims” e substitui o “Sigle Sign-on” (SSO) do SharePoint Server 2007. Basicamente é necessário uma base de dados separada de tudo, inclusive do ShapePoint, para armazenar as informações das credenciais dos usuários para acesso a outras fontes de dados. Alguns cenários comuns ocorrem quando precisamos acessar dados em outras bases de dados para utilizar no SharePoint através do Excel Services, PerformancePoint Services, PowerPivot For SharePoint 2010 e conexões BCS (Microsoft Business Connectivity Services) e a empresa não permite o uso de Delegação pelo Kerberos. Mais informações em http://technet.microsoft.com/en-us/library/ee806889.aspx
- Em um cenário onde o PerformancePoint Service deve acessar dados de fontes de dados diferentes e não é permitido o uso de Kerberos Delegation, após implementar o “Secure Store Service Application”, você precisará configurar o “Unattended Service Account” para que as visualizações dos dados ocorram com sucesso.
- Para tornar um Template de Formulário criado no InfoPath disponível para um site collection, no Menu de Contexto do formulário selecione “Activate to a Site Collection”.
- Se você precisar que usuários possam enviar mensagens de e-mail para as bibliotecas, será preciso configurar as informações de e-mail de entrada no “Central Administration” =>> “System Settings” =>> “E-Mail and Text Messages (SMS)” =>> “Configure Incoming e-mail settings”. Boas informações sobre configuração de email em http://blogs.technet.com/b/praveenh/archive/2010/12/22/how-to-setup-mail-enabled-document-libraries-in-sharepoint-2010.aspx
- Continuo depois…
Download de Máquinas Virtuais do SharePoint 2010
A Microsoft tem disponibilizado para Download a máquina virtual do SharePoint 2010. Entretanto a instalação deve ser sobre o Windows Server 2008 R2, pois só executa em Hyper-V. Uma opção é converter para VmWare para usar no Windows 7.
Outro problema é o período de avaliação. Se a máquina já tiver expirada você vai ter que ativar com uma chave válida do Windows Server 2008. Se ao iniciar já tiver expirado, reative provisóriamente da seguinte maneira:
Start > All Programs > re-arm > Re-arm Windows (reinicie a máquina).
Fora os problemas, o link para download é:
http://www.microsoft.com/download/en/details.aspx?id=21099
- Windows Server 2008 R2 Standard Evaluation Edition x64, Active Directory Domain Controller para o domínio “CONTOSO.COM” com DNS e WINS.
- Microsoft SQL Server 2008 R2 Enterprise Edition com Analysis, Notification Services, e Reporting Services
- Microsoft Office Communication Server 2007 R2
- Microsoft Visual Studio 2010
- Microsoft SharePoint Server 2010 Enterprise Edition
- Microsoft Office Web Applications
- Microsoft FAST Search for SharePoint 2010
- Microsoft Project Server 2010
- Microsoft Office Professional Plus 2010
- Microsoft Visio 2010
- Microsoft Project 2010
- Microsoft Office Communicator 2007 R2
A máquina Virtual “b” contém:
- Windows Server 2008 R2 Standard Evaluation Edition x64, no domíno “CONTOSO.COM”
- Microsoft Exchange Server 2010
O SharePoint Server 2010 foi configurado numa farm “Completa” usando a instância do SQL Server 2008 R2. Foi criado um site utilizando o template “Team Site” em http://intranet.contoso.com/ e um centro de pesquisa FAST em http://intranet.contoso.com/search/ .
A máquina virtual “a” requer a máquina virtual “b” apenas para e-mail, por isso a imagem “b” é opcional.
Requisitos do Seu Computador:
O computador utilizado tem de ter instalado o Windows Server 2008 R2
Também é necessário:
- Windows Server 2008 R2 com o Hyper-V role ativado.
- Disco formatado em NTFS
- Processador: com capacidade Intel VT ou AMD-V
- RAM: recomendado 8 GB ou mais
- Espaço em disco necessário para a instalação: 50 GB
Boa Sorte!
Trabalhando Metadados no SharePoint 2010
O SharePoint 2010 fornece a capacidade de a empresa gerenciar grandes volumes de dados, e pode garantir o efetivo uso da informação de maneira produtiva e inequívoca.
Para trabalhar de forma mais eficiente com a informação dentro da empresa será necessário saber pelo menos quais informações estão disponíveis, onde estão localizadas, de que forma são manipuladas e para onde podem ser distribuídas. Esse é um dos papéis do ECM (Enterprise Content Management).
Para tirar proveito do SharePoint como ferramenta de gerenciamento de conteúdo , será necessário saber pelo menos quais informações estão disponíveis, onde estão localizadas, de que forma são manipuladas e para onde podem ser distribuídas. Por exemplo, o SharePoint 2010 é provido de um excelente mecanismo de busca, entretanto fazer buscas pode ser algo bastante sacrificante (principalmente para o Hardware) caso a empresa não possua uma boa definição de sua Taxonomia e Metadados.
Mas o que vem a ser Taxonomia?
Taxonomia vem do verbo Grego tassein = “para classificar” e nomos = “lei, ciência, administrar”, foi uma vez, a ciência de classificar organismos vivos (alfa taxonomia). Mais tarde a palavra foi aplicada em um sentido mais abrangente, podendo aplicar-se a uma das duas, classificação de coisas ou aos princípios subjacentes da classificação. Quase tudo – objectos animados, inanimados, lugares e eventos – pode ser classificado de acordo com algum esquema taxonômico. (Retirado de <http://pt.wikipedia.org/wiki/Taxonomia> )
No SharePoint 2010, a taxonomia organizacional é um mecanismo de classificação, geralmente de natureza hierárquica, que os usuários da organização podem aplicar aos documentos ou itens que são mantidos em listas ou bibliotecas do SharePoint.
Então qual a primeira tarefa para quem pretende implementar o SharePoint na empresa?
Determinar a taxonomia a ser aplicada.
O objetivo da determinar uma taxonomia é fornecer um meio para organizar e classificar o conteúdo armazenado. Isso vai ajudar os usuários pois permite:
• Identificar como se deve armazenar as informações.
• Identificar onde se deve encontrar as informações.
• Identificar o público-alvo das informações.
• Identificar o propósito das informações.
Quem é o responsável por determinar uma Taxonomia para o SharePoint na empresa?
O departamento de TI em conjunto com os stakeholders das áreas de negócio da corporação. A participação dos Stakeholders vai ser útil porque é difícil para o departamento de TI compreender ou reconhecer todos os mecanismos de classificação que a organização utiliza ou deve utilizar.
Classificando e Gerenciando os Metadados
O que são Metadados?
A palavra metadados foi criada por Jack Myres em 1969, para denominar os dados que descreviam registros de arquivos. Sendo assim, Metadados descreve as propriedades dos artefatos. Por exemplo:
Para um documento do Word podemos ter os seguintes Metadados:
1 – Proprietário
2 – Data de Criação
3 – Data de Alteração
Para uma Fotografia podemos ter os seguintes Metadados:
1 – Marca da Câmera Fotográfica
2 – Exposição
3 – ISO
4 – Data da Foto
Quais seriam então os metadados de sua corporação?
No SharePoint 2010 podemos gerenciar metadados de várias maneiras diferentes tendo em vista tornar a vida do usuário mais simples para a classificação, identificação e uso do conteúdo. Podemos padronizar os metadados:
• Por sites;
• Por site collections;
• Por Aplicativos Web;
• Por Farms.
Certamente, com a aplicação de uma boa taxonomia e uma boa gerência de metadados teremos grandes benefícios, tais como:
• Utilizar os metadados para fazer busca. Podemos fazer buscas por metadados ou por palavras chaves, pois os metadados são indexados pelo motor de busca do SharePoint. Podemos usar o resultado de uma busca e o filtrar baseado nos valores dos metadados;
• Utilizar metadados para fornecer referencias adicionais para artefatos armazenados no SharePoint, de forrma que o usuário não precise abrir o artefato para verem essas informações;
• Utilizar metadados para categorizar as informações. Essa categorização pode lhe auxiliar para que apenas informações relevantes sejam mostradas.
O que é Folksonomia?
Folksonomia (folksonomy) é a junção de duas palavras “folk” ( gente) e “taxonomia” (tassein = “para classificar” e nomos = “lei, ciência, administrar”) . O criador dessa palavra é um arquiteto da informação chamado Thomas Vander Wal também atual membro do Web Standards Project. O resultado final é algo do tipo “classificação feita por pessoas”.
Folksonomia é uma forma relacional (pois cria relações entre coisas) de categorizar e classificar na web. Ao invés de utilizar uma forma hierárquica e centralizada de categorização de alguma coisa, o usuário escolhe palavras-chaves (conhecidas como “tags”) para classificar a informação ou partes de informação. Tag em inglês significa “etiqueta”, “identificação”.
Usando Tags no SharePoint 2010.
Os usuários do SharePoint podem gerar tags para os artefatos para auxiliar nas buscas de informações. Essas tags são armazenadas como “Enterprise Keywords” (palavras-chaves da empresa) em uma lista compartilhada com todos os usuários que podem utilizar e atualizar as palavras chaves.
Como Manter o Controle?
O grande problema das tags é a falta de controle. Qualquer usuário pode criar uma Tag e associar a um artefato, mesmo que essa associação não seja relevante.
Se o mesmo ocorrer com ao metadados, as coisas podem sair do controle, concorda?
É por isso que você pode ter mais controle sobre os metadados através do recurso de Termos do SharePoint 2010.
O que são Termos?
Termos são listas hierárquicas de texto que você pode utilizar como metadados no SharePoint. Podemos por exemplo usar termos para criar categorias de documentos para determinado departamento. Termos tem suas alterações e adições restritas aos usuários com permissões sobre os mesmos, o que permite o controle sobre a Taxonomia.
No próximo post falarei sobre o uso de Termos no SharePoint 2010!
Sharepoint 2010 – Gerenciando seus Dados como Registros
Recentemente um cliente me perguntou:
“Marcelo,
Você conhece um sistema bom para gerenciamento de dados? Preciso de um sistema para gerenciar tudo o que acontece em minha rede e servidores. Ex: alteração de arquivos, exclusão de arquivos, criação de arquivos, rede e gerenciamento de sistemas internos.”
A resposta é simples… Sim, conheço…. Use o Microsoft SharePoint 2010. Mas quais são os recursos que o SharePoint 2010 disponibiliza que podem atender as necessidades de meu cliente? Podemos utilizar um recurso chamado de Gerenciamento de Registro.
É bom esclarecermos primeiramente a diferença entre gerenciamento de documentos e gerenciamento de registros. Um registro é um documento ou qualquer outro artefato (blog, página do site, arquivo de mídia, wikis, itens de lista e E-Mails) que vai fornecer todas as evidências de ações ou transações e que deve ser retido por um período especifico de tempo caso seja declarado como um registro. De uma forma ou de outra, qualquer artefato armazenado e gerenciado pelo SharePoint pode ser um registro. Assim, o sistema pode impedir a exclusão ou a edição de tais registros, se necessário, por meio da definição que a sua organização estabelece para o que é um registro.
O SharePoint 2010 possui, assim como o SharePoint 2017, uma Central de Registros, um local onde é possível enviar o conteúdo de toda a empresa e então ser roteado para o local apropriado de cada registro, onde as permissões e políticas adequadas eram selecionadas; por exemplo, expiração e auditoria.
Alguns dos recursos no SharePoint 2010 para a central de Registros são:
• ID de Documento: cada documento pode receber um identificador exclusivo, que permanecerá com o documento mesmo após o arquivamento. Isso permite que os registros sejam facilmente referenciados por uma ID, independentemente do local para onde o documento é movido.
• Retenção de Vários Estágios: as políticas de retenção podem ter vários estágios, permitindo que você especifique o ciclo de vida inteiro do documento como uma política (por exemplo, revisar Contratos a cada ano e excluir após 7 anos).
• Relatórios de Auditoria por Item: é possível gerar um relatório de auditoria personalizado sobre um registro individual.
• Planos de Arquivos Hierárquicos: você pode criar estruturas profundas de pastas hierárquicas e gerenciar a retenção de cada pasta na hierarquia (ou herdar de pastas principais).
• Relatório de Planejamento de Arquivos: você pode gerar relatórios de status mostrando o número de itens em cada estágio do planejamento de arquivos, juntamente com um rollup das políticas de retenção em cada nó do planejamento.
• Taxonomia e tipos de conteúdo centralizado: o arquivamento será um consumidor de taxonomias e tipos de conteúdo em toda a empresa, garantindo a consistência e a transferência de conteúdo entre os espaços de colaboração e o arquivamento. Vamos falar mais sobre nossos investimentos em taxonomia, em 2010, em postagens futuras.
• Organizador de conteúdo: o roteador de registros pode usar metadados para encaminhar documentos de entrada ao local correto do plano de arquivos hierárquicos. Por exemplo, ele permite a imposição automática de regras ao conteúdo enviado, como “Se um contrato de compra for marcado com Projeto Alpha, enviar para a subpasta Contratos Alpha e aplicar a política de retenção dessa pasta ao item”.
• Pastas virtuais: o planejamento de arquivos é uma excelente maneira de gerenciar um repositório, mas, às vezes, isso não é o que você quer usar para navegar e localizar o conteúdo necessário. A Central de Registros do SharePoint 2010 utiliza um novo recurso chamado navegação baseada em metadados, que permite expor os principais metadados como pastas virtuais. Por exemplo, se o metadado de um documento é “Departamento” – cada um desses documentos será roteado para a pasta apropriada do departamento. O mesmo vale se for por “Criador”, “Empresa”, etc… Em vez de escolher um nó complicado em um planejamento de arquivos, os emissores apenas preenchem alguns metadados úteis e usam esses metadados quando precisarem localizar o conteúdo novamente.
Quanto as questões sobre quantidade de registros que podem ser disponibilizados, fiquem tranquilos. Estamos falando de Centenas de milhões de registros suportados em um arquivo, e dezenas de milhões em uma única Central de Registros (Sim, podemos tre mais de uma).
Para o gerenciamento de registros ser implementado com sucesso a empresa vai ter que seguir um processo que:
• Considera quais os tipos de informações devem ser declaradas como registros.
• Decide como deve lidar com documentos que, posteriormente, serão tratados como registros, enquanto eles estiverem em uso, e decide como deve recolher as informações após os documentos serem declarados como registros.
• Decide como e por que período de tempo deverá manter cada tipo de registro em conformidade com os negócios, normas legais ou exigências regulamentares.
• Implementa soluções técnicas e processos de negócios para ajudar a garantir que a organização cumpra com suas obrigações de gestão de registos de uma forma economicamente eficiente sem interferir no funcionamento normal da empresa.
• Realiza tarefas de rotina em seus registros, tais como a eliminação de registros expirados ou localizar e proteger os registros que estão relacionados a eventos externos, como ações judiciais.
• Define as políticas de segurança e auditoria a serem aplicadas aos documentos para garantir que as ações relacionadas aos documentos sejam auditadas, se os documentos são conservados ou eliminados de forma adequada e se o que é definido como conteúdo importante é protegido.
• Define as conversões de formato de documentos que são necessárias quando um documento passa através das diversas fases do seu ciclo
de vida (Ex. de word para pdf).
• Determina os princípios que devem ser seguidas por todos os documentos que são registros corporativos, incluindo as regras de retenção a serem cumpridos, os requisitos legais obrigatórios (normas, ISO) e as orientações de documentação societária.
1. • Define Diretivas para:
•Controle de Versão;
•Aprovação de Conteúdo;
•Check-in e check-out;
•Diretivas de gerenciamento da informação (data para exclusão de conteúdo, aviso sobre expiração de conteúdo, auditoria de uso de artefatos [quem abriu, quando, quem viu, quem alterou], recurso de marcação física de documento através de código de barra [é possível rastrear fisicamente as cópias do documento através desse código]. Em outro post falarei exclusivamente sobre essas diretivas de gerenciamento da informação.
Bom, como implementamos tudo isso?
Para esse trabalho é fundamental um profissional de SharePoint em conjunto com um profissional de compliance de sua organização, afinal, deve ser determinado quais são os documentos e artefatos que precisam ser auditados como registros. A equipe para esse trabalho vai incluir por isso mesmo os principais envolvidos com a empresa, sejam eles advogados, contadores, importadores e demais funções que dominem o negócio da empresa. Apenas essas pessoas podem determinar quais os documentos devem ser retidos e quais as diretivas devem ser aplicadas. Dessa maneira você terá a garantia de que implementou uma auditoria através de registros que:
1. Ajuda a sua empresa a se proteger legalmente.
2. Ajuda sua empresa a cumprir com as obrigações regulatórias de outros órgãos (Banco Central, ONS, ANS, etc…).
3. Aumenta a eficiência da empresa encorajando a limpeza dos arquivos, e-mails e outros artefatos que não precisam mais ser retidos e podem ser dispensados, economizando recursos de armazenamento.
4. Garante aos usuários que itens que não são registros podem ser manipulados de forma mais tranquila… e até mesmo excluídos.
Até o próximo post.
Meu primeio Post – Nas Nuvens.
Sábado a noite não é o melhor dia para se escrever um primeiro post, então não vou me estender. Quero apenas deixar postado que estou realmente impressionado com o que a Microsoft tem feito com seus recursos na nuvem. Primeiro tivemos o BPOS – Business Productivity Online Suite (Exchange, Office Comunications Online, SharePoint, Office Live Meeting, Office Web Application) que é um grande sucesso, pois por no máximo U$ 10.00 mes o usuário tem toda a plataforma disponível com administração da Microsoft. Agora então teremos o Office 365 (veja em http://www.microsoft.com/en-us/office365/online-software.aspx).
A Microsoft tem seguido o caminho da computação nas nuvens dentro da melhor definição da Gartner: ”a style of computing where scalable and elastic IT-related capabilities are provided ‘as a service’ to external customers using Internet technologies.”
Com isso eles tem mostrado que não temem perder receita com licenciamento de software, pois sabem que vão ganhar com a venda do próprio software como serviço (SAS). As revendas terão de se adaptar, pois apenas vender licenças não oferece um grande futuro. Sinal dos tempos. Apesar de tudo, alguém ainda vai ter que gerir e criar conteúdo para todos esses clientes, por isso o ECM (Enterprise Content Management) se torna cada vez mais importante. Já estão em falta profissionais de TI com esse perfil, tanto para configuração do conteúdo quanto para integração com aplicativos de linha de negócios quanto para desenvolvimento personalizado do conteúdo e exposição de BI com o conteúdo. Para as empresas fica a minha dica, preparem seus profissionais para entregarem conteúdos na nuvem.
Até a próxima.



